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No início da manhã desta terça-feira (14), manifestantes das comunidades Cajueiro e adjacências interditaram a BR -135, na altura da Vila Maranhão. As comunidades vêm sofrendo vários tipos de violação por empresas que querem construir um Porto impactando comunidades tradicionais. Os moradores afirmam que uma empresa de segurança irregular ameaça a livre circulação das famílias intimidando os moradores.
A área é objeto de projeto de instauração da Reserva Extrativista do Tauá Mirim, havendo ações judiciais propostas pelo Ministério Público Federal e pela Defensoria Pública do Estado na defesa das comunidades afetadas.
A reivindicação imediata para desobstrução da rodovia é a retirada da suposta empresa de segurança que tem ameaçado os moradores. A comissão Pastoral da terra oficiou a Polícia Federal e recebeu resposta de que a empresa não possui registro na Polícia Federal, portanto, configura “milícia privada”.
A empresa tentou obstruir a rua principal do povoado cajueiro e distribuir crachás para circulação das centenas de moradores que vivem há décadas no local.
A Comissão Pastora da Terra (CPT), Conselho Indigenista Missionário (CIMI) e GEDMA/UFMA acompanham a manifestação.

Foto de Vias de Fato.
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